Mobilização Pedagógica Contra a Dengue chega à zona rural 02/03/2009 • Releases

Nesta fase também receberão visitas as escolas particulares que solicitarem os serviços

Terá início nesta segunda-feira, dia 2, a segunda etapa da Mobilização Pedagógica Contra a Dengue. A Escola Municipal Sebastião Rangel, no distrito de Tapuirama, será a primeira a receber a equipe. Nesta fase serão visitadas as unidades escolares da zona rural. As particulares que quiserem, podem solicitar os serviços ao Centro de Controle de Zoonoses ou ao Programa de Saúde Escolar, ambos da Secretaria Municipal de Saúde de Uberlândia (SMS). A primeira etapa teve início no dia 6 de fevereiro e foram visitadas escolas públicas municipais e estaduais da zona urbana.

Os trabalhos junto aos alunos da zona rural irão sensibilizá-los, além de informar os funcionários das escolas sobre os aspectos preventivos da dengue. Até o dia 9 serão visitadas as escolas de Cruzeiros dos Peixotos (02/03), Martinésia (02/03), Miraporanga (03/03), Tenda dos Morenos (03/03), Fazenda Olhos D’água (04/03), Babilônia (04/03), Dom Bosco (06/03), Emílio Ribas (05/03), Leandro José de Oliveira (09/03) e Professora Maria Regina Lemes (09/03).

Para José Humberto Arruda, coordenador do Programa de Combate à Dengue, os alunos e servidores das escolas funcionam como multiplicadores das ações. “Mostramos larvas vivas do mosquito Aedes aegypti. Isto ajuda muito, pois desperta a atenção dos alunos, que muitas vezes encontram o mesmo em casa, mas não sabe do que se trata. Com o conhecimento, eles contribuem com a prevenção”.

Para realizar o trabalho, a Secretaria Municipal de Saúde vai disponibilizar cerca de 40 servidores para as palestras. Cada agente que visitar as escolas ficará aproximadamente 20 minutos em cada sala de aula. Durante as visitas serão utilizadas até três metodologias. No primeiro momento, dentro de uma garrafa vedada e por meio de uma lupa (lente de aumento), uma demonstração de larvas do mosquito.

Isto faz com que os estudantes conheçam as diferentes fases de vida do Aedes aegypti. Em seguida, um jogo de perguntas e respostas sobre o mosquito para envolver os alunos numa disputa científica. Também serão entregues folders com informações sobre a dengue.

Nas escolas de ensino infantil serão utilizados fantoches. Segundo José Humberto Arruda as ações lúdicas mexem com o imaginário dos alunos de uma forma diferenciada, divertida e dinâmica.

fonte: Marden Rangel Secretaria Municipal de Comunicação Social Uberlândia / MG